Usuário:
Senha:  
      
Esqueceu a senha?

Solicitar seu Cadastro
Busca :
Fale conosco
Notícias

Selecione uma Categoria:


Enviado por Adriana em 24/03/2008 18:49:38 (516 leituras)

Editais de Seleção

Já estão disponíveis no portal da ASA os editais de seleção para organizações que desejem atuar como Unidades Gestoras Microrregionais (UGM) do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC), ou como Unidades Gestoras Territoriais (UGT) do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2).

Cada organização só poderá candidatar-se a um dos programas e sua atuação poderá ser em apenas uma das microrregiões ou territórios identificados por Estado. Os prazos e condições para envio das propostas constam em cada edital.

Para acessá-los, clique aqui.

José Aldo dos Santos
Naidison Quintella Baptista
Valquíria Smith Lima
Diretoria Executiva da AP1MC - Associação Programa Um Milhão de Cisternas para o Semi-Árido





Enviado por Adriana em 17/08/2007 15:35:58 (771 leituras)

ASA e Via Campesina assinam carta de repúdio à liberação de quatro tipos de algodão transgênico que será discutida hoje (17), em audiência pública, no Senado

Preocupados com a possível liberação de quatro tipos de algodão transgênico, que está sendo discutida numa audiência pública que começou às 8h30 de hoje (17), no Senado Federal (DF), a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) e a Via Campesina prepararam um documento em que apresentam os riscos que o algodão transgênico representa para o Semi-Árido.

O documento será lido durante a audiência, proposta pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela liberação dos transgênicos no País. Das quatro variedades de algodão transgênico, três foram criadas pela empresa Monsato e uma pela Bayer.

Segundo o assessor técnico da AS-PTA, entidade que integra a ASA, Gabriel Fernandes, a audiência pública é um pré-requisito obrigatório antes da liberação comercial de qualquer produto geneticamente modificado. “Isso é resultado da luta da sociedade civil através da Campanha por Um Brasil Livre de Transgênicos”, disse

Leia a carta

Por Gleiceani Nogueira – ASACom - 17.08.07





Enviado por dambros em 18/07/2007 16:01:00 (1166 leituras)

Informações do 6 Encontro Ampliado da Rede Ecovida de Agroecologia que acontecerá nos dias 17 a 19 de julho, na Lapa, estado do Paraná. Clique no endereço abaixo para acessar o documento com as informações do 6 Encontro : http://www.ecovida.org.br/arquivos/328.doc





Enviado por dambros em 18/07/2007 15:58:00 (964 leituras)

6ª Jornada de Agroecologia - 11 A 14 de julho - UNIOESTE - Cascavel - PR.
Leia mais no link Abaixo.
www.jornadadeagroecologia.com.br/noticia_visualizacao.php?noticia=88





Enviado por Adriana em 12/03/2007 17:44:27 (1144 leituras)

Organizações de produtores rurais familiares da Amazônia podem solicitar apoio para realização de assessorias e capacitações em agroecologia até junho de 2007

09/03/2007 - Promover assistência técnica adequada à realidade amazônica e baseada em uma proposta sustentável de produção, valorizando o saber de produtores rurais familiares e de técnicos, além de fomentar o diálogo e intercâmbio entre as iniciativas agroecológicas da região: este é o objetivo do Banco de Assessores/as em Agroecologia na Amazônia (BAS), que acaba de lançar chamada para apoio através de assessorias.

Associações, cooperativas, sindicatos e outra organização de produtores rurais familiares podem solicitar, até junho de 2007, apoio para assessorias e capacitações em temáticas diversas ligadas à agroecologia, como criação de animais; beneficiamento, processamento e comercialização de produtos; planejamento, organização e comunicação e sistemas de produção agroecológica.

Cada organização pode ser apoiada, através do pagamento dos gastos com deslocamento e remuneração do facilitador, com uma assessoria. No total, 20 iniciativas serão contempladas. Os apoios serão concedidos conforme a ordem de chegada das fichas de solicitação.

Agricultores e técnicos que tenham um conhecimento prático aprofundado em agroecologia e experiência na realização de capacitações a partir de metodologias participativas podem se cadastrar no BAS, e poderão prestar assessoria às organizações apoiadas.

As fichas de solicitação de assessoria e de cadastro de assessores, bem como os respectivos termos de referência, estão disponíveis no site da RIAA, em http://www.riaa.org.br/index.php/pages/bancoass .

O BAS é uma iniciativa ancorada pelo Grupo de Assessoria em Agroecologia na Amazônia (GTNA), através da parceria com a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE – Amazônia), Associação em Áreas de Assentamento no Estado do Maranhão (ASSEMA/MA), Associação de Produtores Alternativos (APA/RO) e Associação Paraense de Apoio às Comunidades Carentes (APACC/PA), e conta com o apoio da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), dos Sub-Projetos Demonstrativos Tipo A (PDA) do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e da Agência de Cooperação Alemã Pão Para o Mundo (PPM).

Mais informações podem ser obtidas através do telefone (91) 3276-3013, do e-mail bas@gtna.org.br e no site da RIAA.

Fonte: Rede de Informações Agroecológicas da Amazônia - RIAA





Enviado por Adriana em 07/03/2007 09:36:34 (1032 leituras)

A comissão organizadora da I Reunião Amazônica de Agroecologia, que ocorrerá de 11 a 14 de junho, em Manaus (AM), está recebendo trabalhos para apresentação no evento. Os resumos devem ser enviados até 15/05/2007.

Com o tema ``A agroecologia no contexto amazônico``, a reunião proporcionará o encontro, articulação e diálogo entre atores de desenvolvimento, da assistência técnica e do terceiro setor (ONGs), e de representação de agricultores para debater as bases conceituais e metodológicas da agroecologia no contexto amazônico.

Organizado pela Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus-AM) com a participação das demais Unidades da Embrapa na Região Norte e apoio do Governo do Estado do Amazonas, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (SECT), Ministério da Ciência e Tecnologia e Financiadora de Projetos (Finep), o evento se reveste de importância para a Amazônia porque a agroecologia contém os príncípios básicos para o desenho e o manejo de agroecossistemas sustentáveis, se contrapondo às práticas danosas à flora, à fauna, às águas e ao ser humano, além de que orienta a agricultura à sustentabilidade ecológica, social, econômica cultural, política e ética.

Serão aceitos trabalhos técnico-científicos e relatos de experiências com enfoque agroecológico ou de transição agroecológica, bem como aqueles que amparem, sob esse enfoque, a gradual transformação das bases produtivas e sociais do uso da terra e dos recursos naturais.

Desse modo, incluem-se conhecimentos das ciências naturais, agrárias, humanas e sociais. Serão priorizados trabalhos realizados na Amazônia Continental, ou relacionados com esse bioma, que poderão ser redigidos em português ou espanhol. Além disso, será admitida a divulgação de trabalhos apresentados em outro evento, devendo isto ser mencionado, em nota, ao final do texto. Os trabalhos serão editados em CD-ROM.

Os trabalhos devem ser enviados no formato word ou oppen office (writer) para o seguinte e-mail: raagroecologia@cpaa.embrapa.br, no período de 01/03 a 15/05/2007 (não haverá prorrogação). As inscrições para o evento custarão o valor simbólico de R$ 30,00 (estudante R$ 15,00), sendo que o pagamento será efetuado na tesouraria do evento. O participante, entretanto, deverá preencher e enviar a ficha de inscrição (on-line) antecipadamente. O apresentador do trabalho deverá estar inscrito no evento. Mais informações para submissão de trabalhos e fazer inscrição no evento podem ser acessadas aqui neste site na seção ``Destaques``.


Maria José Tupinambá
Jornalista - MTb/AM 114
Embrapa Amazônia Ocidental – Manaus/AM
Fone (92) 3621-0352 - Fax (92) 3621- 0430
Correio eletrônico: maria@cpaa.embrapa.br
http://www.cpaa.embrapa.br





Enviado por Adriana em 23/02/2007 10:27:00 (1271 leituras)

Se defendemos a agroecologia e a biodiversidade; se combatemos a monocultura e o monopólio... por que continuamos 100% reféns da Microsoft? Em defesa do conhecimento livre, comecemos por combater o monopólio da Microsoft em nossas entidades

O II ENA debateu e deliberou: “A promoção e construção do conhecimento agroecológico pressupõe também a democratização dos meios de disseminação do conhecimento, inclusive dos recursos de informática. O sistema de comunicação difusionista predominante no atual modelo de desenvolvimento rural é insensível à diversidade de identidades e expressões culturais na medida em que está estruturado de forma vertical para a disseminação de valores e pacotes tecnológicos padronizados.” (Carta Política do II ENA)

Para fortalecer o Software Livre nos movimentos e organizações que compõem a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), o GT Informação está propondo alguns passos para diminuirmos, gradativamente, a dependência em relação ao monopólio da Microsoft.

Leia o texto na íntegra.





Enviado por Adriana em 06/12/2006 19:55:33 (973 leituras)

Belo Horizonte, 23 de novembro de 2006.


CARTA DE CONTRIBUIÇÃO DA JUVENTUDE AO IV CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA


“Os que têm a oportunidade de se consagrar aos estudos científicos deverão ser os primeiro a por seus conhecimentos a serviço da humanidade”


A juventude busca nos Congressos Brasileiros de Agroecologia conhecer, apresentar e aprimorar esta matriz técnico-científica na perspectiva de visualizar como sendo realizada e otimizada as experiências, desenvolvidas pelos sujeitos sociais do cenário rural e urbano de todo o globo. A proposta de uma transição baseada no conhecimento científico-acadêmico e tradicional camponês deve ser assegurada como ferramenta política dentro do Congresso, afirmando desta forma uma construção coletiva-participativa entre mulheres e os homens dos movimentos sociais populares, sindicatos, associações, agricultores, estudantes, pesquisadores, professores, técnicos...

Acreditamos que este espaço tem o papel de afirmar e fortalecer a Agroecologia como uma concepção de vida emancipadora e trasnformadora da sociedade frente ao modelo de agronegócio hegemônico burguês que promove a marginalização, excluindo os agricultores brasileiros através de uma lógica insustentável que não leva em consideração a história, território, ecossistemas, cultura conhecimento e arranjos produtivos da população do campo. Desta forma temos um momento importante para organizarmo-nos e traçarmos estratégias de contraposição a esta agricultura convencional ultrapassada, além de colocar em pauta questões não menos importantes, como valores, gênero e diversidade étnico-cultural, a fim de contribuir com a transferência de produtos do Congresso para toda a sociedade.

Frente à importância do CBA como espaço de discussão e aprimoramento dos rumos do movimento agroecológico brasileiro, nosso grupo se propôs a avaliar a IV edição do Congresso. De acordo com essa perspectiva, após as discussões e reflexões que geraram o material que será exposto a seguir, a juventude concluiu, que o evento cumpriu parcialmente seu propósito. tal consideração tem como fundamento a constatação de que a Agroecologia foi ratada durante o evento, em parte, de forma reducionista, sendo considerada apenas como um conceito de modo de produção, gerando a formulação de propostas a serem consideradas para a próxima jornada do CBA, entre elas:
- A participação dos movimentos sociais do meio rural, dos agricultores e dos estudantes como membros da comissão organizadora do evento;
- O incentivo a maior participação dos grupos retrocitados em todas as dimensões;
- Instituir espaços de participação para grupos de Agroecologia que possuam natureza não acadêmica;
- Melhorar os processos de comunicação relativos à organização do evento;
- Não utilizar material de difícil degradação no Congresso;
- Tornar os espaços de discussão do contexto e rumos da ABA mais amplos e participativos;
- Criar um Grupo de Trabalho da Juventude;
- Buscar maior neutralidade política para o evento;
- Viabilizar a participação de todos os interessados no Congresso, considerando a limitação da maioria (alimentação, alojamento, transporte, etc.);
- Favorecer a parte prática, ofertando: cursos, oficinas, vivências, trabalhos de campo, etc...
- Garantir a presença de místicas, dinâmicas, intervenções sócio-culturais para maior integração, reflexão e sensibilização entre os participantes;
- Pensar data do evento considerando calendário agrícola, sobreposção com outros eventos de mesmo caráter e agendas de obrigações a serem cumpridas;
- Possibilitar a efetiva socialização das informações (formas de linguagem) para todos os participantes do Congresso;
- Que a concepção do evento possa traduzir o conceito de Agroecologia, não como modo de produção, mas como postura de vida.

Por isso,a juventude acredita que para que o CBA cumpra efetivamente sua função dentro do processo de transição agroecológica, a ABA deve reavaliar sua concepção de Agroecologia, ciência (por quê? para quê? para quem? e como?) e a forma de construção do Congresso. Para isto, propomos uma construção coletiva do CBA juntamente às entidades de classe populares. esta construção pode se dar por meio de Fóruns onde será definido o eixo político temático do Congresso e a metodologia adotada nos espaços.

Valorizamos o trabalho realizado pela ABA e demais entidades proponentes do Congresso e, no sentido de buscar o amadurecimento e desenvolvimento do mesmo, vimos por meio desta contribuir no avanço de propostas para um CBA cada vez melhor.


“A TERRA É NOSSA MÃE, CUIDEMOS DELA...”


Assinam essa carta a juventude do IV Congresso Brasileiro de Agroecologia







Enviado por Adriana em 06/12/2006 19:47:41 (997 leituras)

A exposição Índios: Os Primeiros Brasileiros propõe ao visitante um passeio pela história do Brasil assinalando as diferentes formas pelas quais os indígenas foram vistos e incorporados ao processo de construção nacional. Para isso a exposição focaliza em especial a região Nordeste e está integrada por três espaços distintos - o mundo colonial (a história que se pode ler nos livros e documentos), o mundo indígena (uma outra narrativa) e o Brasil contemporâneo (com suas lutas e desafios).

O seu objetivo é estimular um processo de reavaliação efetiva do nós e do eles, oferecendo ao público imagens e informações de natureza histórica e cultural, apresentando as culturas indígenas como algo vivo e dinâmico, sobretudo propiciando uma identificação positiva com tais coletividades. A exposição pretende assim favorecer o despertar de novas questões e ser uma estrada aberta ao fim da qual cada um poderá re-examinar seus próprios conceitos e opiniões, distanciando-se dos estigmas e preconceitos com os quais opera tanto o senso comum quanto as representações eruditas.

Ainda hoje a imagem que se tem do índio permanece exclusivamente
comprometida com o passado e com a reconstrução idealizada de formas pretéritas, em geral equiparadas à primitividade. É necessário um movimento em outra direção, comprometido com o esforço de pensar os indígenas sob a chave da criação de cultura, concebendo-os enquanto produtores de símbolos, utopias e novas formas societárias, motivados pela dimensão contemporânea e em diálogo com muitas outras tradições culturais por eles mesmos selecionadas.

A exposição temporária de objetos, fotos, vídeos, músicas e documentos ocorrerá no Forte das Cinco Pontas, Museu da Cidade do Recife, de 07 de dezembro de 2006 a 11 de fevereiro de 2007. O projeto, que tem a coordenação do antropólogo João Pacheco de Oliveira, é uma iniciativa do Museu Nacional (através do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desesenvolvimento/LACED) e da Fundação Joaquim Nabuco (através da Diretoria de Pesquisas Sociais/DIPES), com apoio da APOINME (Articulação dos Povos Indígenas no Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo) e da Associação
Brasileira de Antropologia (ABA), tendo como produtora a Associação Raízes da Tradição e contando com o patrocínio da Petrobrás Cultural e o apoio das prefeituras das cidades de Recife e de Olinda.





Enviado por Adriana em 30/11/2006 13:36:11 (725 leituras)

Moção do IV Congresso Brasileiro de Agroecologia - CBA

Belo Horizonte, MG


Nós, participantes do IV CBA, reunidos de 20 a 23 de Novembro de 2006 na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, gostaríamos de expressar o nosso apoio e defesa da agricultura camponesa e familiar, dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, dos nossos biomas, ecossistemas, de nossos mananciais de água, dos animais, dos vegetais e da vida.

Queremos expressar o nosso repúdio a todos os processos e sistemas de produção agrícola e pecuária que atentem contra as causas que apoiamos e defendemos e com as quais trabalhamos. Nesse sentido, queremos expressar o nosso total repúdio e a nossa preocupação com a iminente liberação, pela CTNBio e, por conseguinte, pelo governo brasileiro, das variedades de milho geneticamente modificadas (GM).

Esse processo de liberação será iniciado com o milho "Liberty Link" da empresa transnacional de origem germânica "Bayer Crop Science". Esse Milho transgênico é resistente ao herbicida glufosinato de amônio, que é também de domínio da mesma empresa e que tem o nome comercial de "Finale" e será alterado para "Liberty" assim que a variedade GM for lançada no mercado.

Repete-se assim o mesmo que ocorreu com a soja RR da Monsanto, que detém a patente da semente e seus royalties, assim como também o herbicida Roundup (glifosato) ao qual a referida variedade é resistente.

No caso da soja RR, embora os riscos ambientais (mais monocultura, destruição florestal e maior uso de herbicidas), sociais (mais concentração de terras em mãos de poucos proprietários) e econômicos (endividamento dos agricultores com custos mais elevados) sejam evidentes e reais, o fato da soja ser uma planta de auto-fecundação (apenas 3 a 5% de fecundação cruzada), aliada ao fato de não haver parentes silvestres próximos da soja, diminui os riscos de deriva dos genes de resistência ao glifosato. Esse NÃO é o caso do MILHO, pois se trata de uma planta de fecundação cruzada e a liberação do milho "Liberty Link" colocará em risco as causa que defendemos, talvez de forma irrecuperável e definitiva. As diversas variedades de milho crioulas, cultivadas por povos tradicionais e indígenas, por camponeses e agricultores familiares, estará seriamente ameaçada, assim como a sua segurança alimentar.

Também queremos expressar o nosso repúdio à recente alteração na legislação nacional que trata das áreas de exclusão e proteção das plantas geneticamente modificadas, no entorno de parques e áreas de proteção ambiental. Esse raio de exclusão está sendo reduzido de 10 km para alguns metros (800 no caso do algodão GM a ser lançado e 500 no caso da soja já cultivada). Os riscos no caso de plantas de fecundação cruzada como o milho são evidentes, podendo a deriva de pólen atingir até 40 quilômetros.

Dessa forma queremos que a CTNBio, o MMA, o MAPA, o MDA e demais órgãos federais concernentes à agricultura, à pecuária, ao ambiente, ao abastecimento e à reforma agrária, além de toda a sociedade brasileira, saibam de que defendemos um modelo de desenvolvimento agrícola e agrário que rume na direção da proteção do ambiente e da humanidade, verdadeiramente ecológico, democrático, participativo, solidário e economicamente viável.


Belo Horizonte, MG, 23 de Novembro de 2006.





Enviado por Adriana em 30/11/2006 13:05:26 (639 leituras)

Car@s Amig@s,

Leiam abaixo a moção aprovada no último dia 24 pela plenária do IV ENCONASA - Encontro Nacional da Articulação do Semi-Árido.





Enviado por Adriana em 29/11/2006 20:08:37 (583 leituras)

Os 1.257 participantes inscritos no VII Seminário Internacional sobre Agroecologia e VIII Seminário Estadual sobre Agroecologia, reunidos em Porto Alegre (RS), Brasil, durante os dias 21, 22 e 23 de novembro de 2006 para refletir sobre o tema “Educando para a Cidadania e o Desenvolvimento Rural Sustentável” apresentam uma carta de recomendações. Leia na íntegra.





Enviado por Adriana em 28/11/2006 20:24:00 (887 leituras)

A Hauber e Macanuda desenvolveram uma máquina extratora de óleos essenciais por arraste de vapor, o modelo EMOE-100. A máquina tem capacidade estimada para processar 100 kg de folhas e galhos.
Esse equipamento com gerador de vapor incorporado e aquecimento a lenha, a gás ou por caldeira, tem diâmetro interno 635mm e altura 1250mm. Todo construído em aço inox AISI 304, nas partes em contato com o produto. Possui isolamento com lã de rocha com espessura de 50mm, cobertura do isolamento em alumínio e interior com fundo perfurado, removível. É fornecido com cesto para facilitar a colocação e retirada do material. Para conhecer mais esse produto, entre em contato com:

Vendas: Rua Araranguá, 41 ● Bairro América ● Fone (47) 3423-0232 ● Fax (47) 3422-6706 ● 89204-310 Joinville-SC.
Fábrica: Rua Dom Bosco, 382 ● Bairro Bom Retiro ● Fone (47) 3425-5413 ● 89222-540 Joinville-SC.
Site: www.macanuda.com.br ● E-Mail: macanuda@macanuda.com.br





Enviado por Adriana em 16/11/2006 17:40:12 (546 leituras)

Com o tema "Educando para a cidadania e o desenvolvimento rural sustentável", Porto Alegre (RS) sedia, de 21 a 23 de novembro, o VII Seminário Internacional sobre Agroecologia e o VIII Seminário Estadual sobre Agroecologia, uma realização do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), Assembléia Legislativa do RS, Governo do Estado e Embrapa. As inscrições para participar do evento são gratuitas podem ser feitas no site www.emater.tche.br. Mais informações (51) 2125-3100.





Enviado por Adriana em 16/11/2006 17:39:30 (624 leituras)

Belo Horizonte irá sediar o IV Congresso Brasileiro de Agroecologia, nos dias 20 a 23 de novembro de 2006. O Evento, que tem como tema está sendo organizado pela ABA-Associação Brasileira de Agroecologia e pela Emater-MG. Veja mais informações na página http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/cba-agroecologia2006/index.htm






(1) 2 3 4 ... 9 »

Secretaria Executiva da ANA - Rua da Cadelária nº9 - 6ºandar - Centro
Rio de Janeiro - CEP 20091-020 - Fone: 21 2253-8317 - Fax: 21 2233-8363

Essa página foi desenvolvida em parceria com a Embrapa Informática Agropecuária

Copyright © 2005. Todos os direitos reservados | Site melhor visualizado em resolução 800x600