19º GRITO DA TERRA BRASIL
O Grito da Terra Brasil é a principal ação de massa do Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR). É promovido pela CONTAG, Federações dos Trabalhadores na Agricultura (FETAGs) e pelos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTRs). Reúne anualmente, na capital federal, milhares de pessoas de todo o país, entre lideranças, agricultores(as) familiares, assalariados(as) rurais, assentados(as) e acampados(as) da reforma agrária, dentre outros que apoiam as bandeiras de luta da população rural.
Entidades e agricultores se reúnem e decidem por não receber as sementes do Governo paraibano
Agricultores e entidades de agricultores familiares do município de Queimadas se reuniram através do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável(CMDRS) para discutir o programa de sementes do governo da Paraíba e o recebimento, ou não, das sementes já que o tempo de entrega e o processo de produção das sementes desagradam as entidades e agricultores daquele município.
Fetraf-Brasil inicia negociação da pauta da IX Jornada com o Ministro Pepe Vargas
A coordenadora Geral da Fetraf-Brasil/CUT, Elisângela Araújo, apresentou ao Ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas e sua equipe no dia 08 de maio de 2013 pontos da pauta nacional de reivindicações para negociação com o ministério, pontuando que a mesma traz questões mais gerais que contemple a diversidade de todas as regiões do Brasil, tais com: Organização e Representação Sindical; PAC da Agricultura Familiar; Acesso a Terra e Regularização Fundiária; Reorganização dos Instrumentos de Política Agrícola para a geração e garantia da renda da Agricultura Familiar; Crédito Rural para a Agricultura Familiar; Questões Ambientais, Sustentabilidade e Agroecologia; Democratização do acesso à água e a infraestrutura hídrica; Juventude e inclusão sócio-produtiva; Mulheres e inclusão sócio-produtiva; Direitos Previdenciários; Habitação Rural; Educação e qualificação profissional; Reconhecimento, Fortalecimento e Empoderamento das Organizações da Agricultura Familiar, bem como um conjunto de pontos específicos que serão apresentados por cada região no decorrer do processo de negociação.
Caravana agroecológica em Minas Gerais rumo ao III ENA
O Centro de Tecnologias Alternativas (CTA), sediado em Viçosa (MG), parceiros locais e organizações reunidas na Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) de vários estados do país realizarão a Caravana Agroecológica e Cultural da Zona da Mata de Minas Gerais. Entre 21 a 25 de maio percorrerão diversos municípios da região. Cerca de 300 pessoas estarão diretamente envolvidas em sua realização, além da população dos municípios visitados.
De acordo com Eugênio Ferrari, do Núcleo Executivo da ANA e da equipe técnica do CTA-ZM, será a primeira caravana na região e a expectativa é envolver mais organizações e movimentos na dinâmica regional de construção da agroecologia já existente. Há mais de 20 anos, segundo ele, vem sendo desenvolvidas experiências agroecológicas na região. Elas se multiplicaram, complementa Ferrari, e foi percebida a necessidade de buscar mais articulação e intercâmbio entre elas.
Rede Cerrado defende a agroecologia e produção orgânica em seminário
A Rede Cerrado reafirmou hoje (09) apoio à agroecologia no encerramento do 1º Seminário Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, que ocorreu no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. “Nós somos a favor deste modelo de produção, pois além de promover o desenvolvimento, gera inclusão social e conservação ambiental”, disse Luis Carrazza, secretário executivo da Central do Cerrado, entidade que compõe a coordenação geral da Rede Cerrado. Ele falou acerca do tema de feira orgânica e defendeu a prática, principalmente, quando associada ao agroextrativismo desenvolvido por povos e comunidades tradicionais.
Constitucionalismo ecológico na América Latina
Por Leonardo Boff,
As modernas constituições se fundam sobre o contrato social de cunho antropocêntrico. Não incluem o contrato natural que é o acordo e a reciprocidade que devem existir entre os seres humanos e a Terra viva que tudo nos dá e que nós em retibuição a cuidamos e preservamos. Em razão disso seria natural reconhecer que ela e os seres que a compõem seriam portadores de direitos. Os clássicos contratualistas como Kant e Hobbes restingiam, no entanto, a ética e o direito apenas às relações entre os humanos. Somente se admitia obrigações humanas para com os demais seres, especialmente os animais, no sentido de não destrui-los ou submetê-los a sofrimentos e crueldades desnecessárias.
Carta de Parintins
Os participantes do III Seminário de Agroecologia do Médio e Baixo Amazonas, dos estados do Amazonas e Pará, reunidos em Parintins no Auditório do Centro de Estudos Superiores da Universidade do Estado do Amazonas – UEA, durante os dias 02, 03 e 04 de maio de 2013 para refletir sobre o “Processo de Construção do Conhecimento Agroecológico”. Recomendamos à sociedade civil organizada e instituições públicas e privadas:
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